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Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade. George Orwell ------------“Eu sou um anticomunista que se declara anticomunista. Geralmente, o anticomunista diz que não é. Mas eu sou e confesso. E por quê? Porque a experiência comunista inventou a antipessoa, o anti-homem. Conhecíamos o canalha, o mentiroso. Mas, todos os pulhas de todos os tempos e de todos os idiomas, ainda assim, homens. O comunismo, porém, inventou alguém que não é homem. Para o comunista, o que nós chamamos de dignidade é um preconceito burguês. Para o comunista, o pequeno burguês é um idiota absoluto justamente porque tem escrúpulos”, Entrevista à VEJA em 1969 Nelson Rodrigues--------

BRAZIL NEWS

Mostrando A verdade que a mídia não mostra - NÃO SEJA MASSA DE MANOBRA. PENSE, QUESTIONE E ANALISE.SAIA DA MATRIX ! Porque o mundo não é como nos contaram, a história foi modificada, a música, o cinema, a política, o esporte, a igreja, os alimentos, tudo está no domínio deles, até o CLIMA.

MIDIA: New York Times diz que a Globo é a TV que ilude o Brasil


Um artigo publicado no jornal New York Times, e reproduzido por aqui no site UOL, é de causar constrangimento a todo brasileiro mais crítico. Nele, Vanessa Bárbara revela com contundente precisão o quanto a TV Globo historicamente interfere no cotidiano de um país que figura entre os de mais baixa qualificação de ensino do planeta. Lembrar que William Bonner comparou o telespectador médio de TV do país com Homer Simpson chega a ser obrigatório.

Gigante da mídia cativa os telespectadores com novelas vazias e comentários ineptos no noticiário.


Vanessa Barbara, no International New York Times, via UOL
Em São Paulo

No ano passado, a revista "The Economist" publicou um artigo sobre a Rede Globo, a maior emissora do Brasil. Ela relatou que "91 milhões de pessoas, pouco menos da metade da população, a assistem todo dia: o tipo de audiência que, nos Estados Unidos, só se tem uma vez por ano, e apenas para a emissora detentora dos direitos naquele ano de transmitir a partida do Super Bowl, a final do futebol americano".

Esse número pode parecer exagerado, mas basta andar por uma quadra para que pareça conservador. Em todo lugar aonde vou há um televisor ligado, geralmente na Globo, e todo mundo a está assistindo hipnoticamente.

Sem causar surpresa, um estudo de 2011 apoiado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou que o percentual de lares com um aparelho de televisão em 2011 (96,9) era maior do que o percentual de lares com um refrigerador (95,8) e que 64% tinham mais de um televisor. Outros pesquisadores relataram que os brasileiros assistem em média quatro horas e 31 minutos de TV por dia útil, e quatro horas e 14 minutos nos fins de semana; 73% assistem TV todo dia e apenas 4% nunca assistem televisão regularmente (eu sou uma destes últimos).

Entre eles, a Globo é ubíqua. Apesar de sua audiência estar em declínio há décadas, sua fatia ainda é de cerca de 34%. Sua concorrente mais próxima, a Record, tem 15%.

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Assim, o que essa presença onipenetrante significa? Em um país onde a educação deixa a desejar (a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico classificou o Brasil recentemente em 60º lugar entre 76 países em desempenho médio nos testes internacionais de avaliação de estudantes), implica que um conjunto de valores e pontos de vista sociais é amplamente compartilhado. Além disso, por ser a maior empresa de mídia da América Latina, a Globo pode exercer influência considerável sobre nossa política.

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Um exemplo: há dois anos, em um leve pedido de desculpas, o grupo Globo confessou ter apoiado a ditadura militar do Brasil entre 1964 e 1985. "À luz da História, contudo", o grupo disse, "não há por que não reconhecer, hoje, explicitamente, que o apoio foi um erro, assim como equivocadas foram outras decisões editoriais do período que decorreram desse desacerto original".

Com esses riscos em mente, e em nome do bom jornalismo, eu assisti a um dia inteiro de programação da Globo em uma terça-feira recente, para ver o que podia aprender sobre os valores e ideias que ela promove.

A primeira coisa que a maioria das pessoas assiste toda manhã é o noticiário local, depois o noticiário nacional. A partir desses, é possível inferir que não há nada mais importante na vida do que o clima e o trânsito. O fato de nossa presidente, Dilma Rousseff, enfrentar um sério risco de impeachment e que seu principal oponente político, Eduardo Cunha, o presidente da Câmara, está sendo investigado por receber propina, recebe menos tempo no ar do que os detalhes dos congestionamentos. Esses boletins são atualizados pelo menos seis vezes por dia, com os âncoras conversando amigavelmente, como tias velhas na hora do chá, sobre o calor ou a chuva.

A partir dos talk shows matinais e outros programas, eu aprendi que o segredo da vida é ser famoso, rico, vagamente religioso e "do bem". Todo mundo no ar ama todo mundo e sorri o tempo todo. Histórias maravilhosas foram contadas de pessoas com deficiência que tiveram a força de vontade para serem bem-sucedidas em seus empregos. Especialistas e celebridades discutiam isso e outros assuntos com notável superficialidade.

Eu decidi pular os programas da tarde -a maioria reprises de novelas e filmes de Hollywood- e ir direto ao noticiário do horário nobre.

Há dez anos, um âncora da Globo, William Bonner, comparou o telespectador médio do noticiário "Jornal Nacional" a Homer Simpson -incapaz de entender notícias complexas. Pelo que vi, esse padrão ainda se aplica. Um segmento sobre a escassez de água em São Paulo, por exemplo, foi destacado por um repórter, presente no jardim zoológico local, que disse ironicamente "É possível ver a expressão preocupada do leão com a crise da água".

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Assistir à Globo significa se acostumar a chavões e fórmulas cansadas: muitos textos de notícias incluem pequenos trocadilhos no final ou uma futilidade dita por um transeunte. "Dunga disse que gosta de sorrir", disse um repórter sobre o técnico da seleção brasileira. Com frequência, alguns poucos segundos são dedicados a notícias perturbadoras, como a revelação de que São Paulo manteria dados operacionais sobre a gestão de águas do Estado em segredo por 25 anos, enquanto minutos inteiros são gastos em assuntos como "o resgate de um homem que se afogava causa espanto e surpresa em uma pequena cidade".

O restante da noite foi preenchido com novelas, a partir das quais se pode aprender que as mulheres sempre usam maquiagem pesada, brincos enormes, unhas esmaltadas, saias justas, salto alto e cabelo liso. (Com base nisso, acho que não sou uma mulher.) As personagens femininas são boas ou ruins, mas unanimemente magras. Elas lutam umas com as outras pelos homens. Seu propósito supremo na vida é vestir um vestido de noiva, dar à luz a um bebê loiro ou aparecer na televisão, ou todas as opções anteriores. Pessoas normais têm mordomos em suas casas, que são visitadas por encanadores atraentes que seduzem donas de casa entediadas.

Duas das três atuais novelas falam sobre favelas, mas há pouca semelhança com a realidade. Politicamente, elas têm uma inclinação conservadora. "A Regra do Jogo", por exemplo, tem um personagem que, em um episódio, alega ser um advogado de direitos humanos que trabalha para a Anistia Internacional visando contrabandear para dentro dos presídios materiais para fabricação de bombas para os presos. A organização de defesa se queixou publicamente disso, acusando a Globo de tentar difamar os trabalhadores de direitos humanos por todo o Brasil.

Apesar do nível técnico elevado da produção, as novelas foram dolorosas de assistir, com suas altas doses de preconceito, melodrama, diálogo ruim e clichês.

Mas elas tiveram seu efeito. Ao final do dia, eu me senti menos preocupada com a crise da água ou com a possibilidade de outro golpe militar -assim como o leão apático e as mulheres vazias das novelas.


GUERRA: Ateus apoiam cristãos e reconhecem perseguição religiosa promovida pelo Estado Islâmico

Grupo ateu se uniu à organização internacional de defesa da liberdade religiosa, para pressionar Obama a classificar as atrocidades cometidas pelo EI como genocídio



Um grupo ateu nacional juntou-se aos esforços de líderes cristãos para pressionar o presidente Barack Obama a reconhecer a perseguição promovida pelo Estado Islâmico contra os cristãos e outros grupos minoritários no Oriente Médio, caracterizando-a como "genocídio".
Centro de Investigação, um grupo nacional ateu sem fins lucrativos, se uniu à 'Mesa Redonda' - organização internacional de defesa da liberdade religiosa - para pressionar Obama a classificar adequadamente as atrocidades cometidas pelo Estado islâmico.
Michael De Dora, diretor de políticas públicas do Centro de Investigação, disse ao 'Christian Post', na última quinta-feira que há várias razões pelas quais o seu grupo escolheu apoiar a organzição internacional de Liberdade Religiosa.
"Como uma organização orientada por valores humanistas, o Centro de Investigaçãoacredita que o direito à liberdade de consciência é uma liberdade fundamental e universal - incluindo os direitos à liberdade de religião, crença, pensamento e expressão. Nós nos esforçamos para proteger esses direitos que cabem todos os indivíduos e grupos, especialmente aqueles que enfrentam ameaças ou violência", disse Michael, que também serve como o representante das Nações Unidas para o seu grupo.
"Temos ficado aflitos, ao ler relatos da destruição sistemática das antigas comunidades minoritárias religiosas, promovida pelo Estado Islâmico no Iraque e na Síria, e acredito que a comunidade internacional deve se unir em um espírito de boa vontade - independentemente das diferenças teológicas - e fortemente se envolver em esforços para derrotar o Estado Islâmico e ajudar suas vítimas", acrescentou.
O diretor de política pública passou a argumentar que os crimes do Estado Islâmico se encaixam claramente nas definições de genocídio já estabelecidas pela ONU.
"[...] O simples fato é que muitos, se não a maioria dos crimes do Estado Islâmico equivalem a genocídio, conforme os critérios já definidos pelas Nações Unidas, na Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio. A Campanha do Estado Islâmico contra os cristãos, yazidis, muçulmanos xiitas, Shia Turkmen, e Shabak - incluindo perseguição, escravidão e exterminação cabal - se encaixa claramente na definição da ONU", disse de Dora, acrescentando ainda que "até mesmo os crimes do Estado Islâmico que não são necessariamente destinados à exterminação cabal - incluindo intimidação, opressão e coerção - causam graves prejuízos para as minorias religiosas e são claramente destinados a destruir com eficácia suas comunidades. Isto também se qualifica como genocídio na definição da ONU".
A organização internacional de Liberdade Religiosa 'Mesa Redonda' se descreve como um "grupo informal, não-governamental de líderes religiosos e ativistas dos direitos humanos", que inclui mais de 100 organizações não-governamentais, líderes religiosos e ativistas dos direitos humanos.
O grupo enviou uma carta na última quarta-feira (17), ao presidente Obama, explicando as razões pelas quais o governo dos Estados Unidos deve rotular as ações do Estado Islâmico como um genocídio, apontando para o "reinado de terror e destruição" contra "comunidades minoritárias religiosas no Iraque e na Síria", incluindo cristãos, Yazidis e as pessoas Shabak.
Vários líderes religiosos proeminentes e grupos de defesa assinaram a carta, incluindo Tony Perkins, presidente do Conselho de Pesquisa da Família, Russell Moore, presidente daComissão de Ética e Liberdade Relgiosa da Convenção Batista do Sul, e Thomas Farr, diretor do Projeto de Liberdade Religiosa da Universidade de Georgetown, entre outras.
A carta continua a fazer referência a inúmeros casos em que o Estado islâmico admitiu o seu desejo de acabar com populações religiosas minoritárias, como pode ser visto por meio de recursos, em sua revista de propaganda Dabiq.
Na edição de outubro de 2014, a revista do grupo terrorista mostra uma foto da bandeira negra do Estado Islâmico sobre o Vaticano e a seguinte ameaça: "Vamos conquistar sua Roma, quebrar suas cruzes, e escravizar suas mulheres, com a permissão de Alá. Esta é Sua promessa para nós, Ele será glorificado e não falhará em Sua promessa".
Junto com grupos de direitos humanos e líderes religiosos, grupos políticos também pediram que o governo Obama use uma linguagem mais forte quando se discute a destruição do Estado Islâmico.
http://www.cpadnews.com.br/

MUNDO: Veja como a humanidade poderá ser extinta, modelo de extinção foi feita com ratos

O ano era 1972, o pesquisador John Calhoun decidiu construir um paraíso para ratos, com belos edifícios e alimento ilimitado. Ele introduziu oito ratos a essa população. Dois anos depois, os animais tinham criado seu próprio apocalipse.

O que é ”O Universo 25”? Qual o problema da superpopulação e o caos que isso criou?
“Universo 25” era o nome da caixa gigante, projetada para ser uma “utopia roedora”. O problema era que essa utopia não tinha um criador benevolente. John B. Calhoun queria ver o cerco pegar fogo, literalmente. Ele já tinha projetado outros ambientes para ratos até chegar ao 25º, e não esperava uma história com final feliz.
Dividido em “praças principais” por sua vez subdivididas em níveis, com rampas indo até os “apartamentos”, o Universo 25 era um lugar maravilhoso, sempre abastecido com comida, mas que logo começou a ficar apertado demais.
Tendo iniciado com oito ratos, quatro machos e quatro fêmeas, o Universo 25 chegou ao dia 560 com uma população de 2.200 animais. Em seguida, diminuiu de forma constante até a extinção irrecuperável.
Durante os terríveis dias dessa população de pico, a maioria dos ratos gastava cada segundo que vivia na companhia de centenas de outros ratos. Eles se reuniam nas principais praças à espera de ser alimentados e, ocasionalmente, atacavam uns aos outros. Poucas fêmeas levavam suas gestações a termino, e as que faziam pareciam simplesmente esquecer seus bebês. Às vezes, abandonavam um filhote enquanto o estavam carregando, deixando que caísse.
Os poucos espaços isolados da enorme caixa abrigavam uma população que Calhoun nomeou de “Os Bonitos”. Geralmente guardada por um macho, as fêmeas e os poucos machos no interior do espaço não se reproduziam, lutavam ou faziam qualquer coisa a não ser comer e dormir. Quando a população geral começou a diminuir, os bonitos foram poupados da violência e da morte, mas tinham perdido completamente o contato com os comportamentos sociais, incluindo ter relações sexuais ou cuidar de seus filhotes.
E nós? O que temos a ver com isso?
Em 1972, a era dos “baby boomers” já preocupava cientistas, que estudavam os problemas de um mundo cada vez mais populoso e com relatos de tumultos nas grandes cidades. Sendo assim, o Universo 25 parecia um pesadelo malthusiano (Thomas Malthus foi um cientista que, observando a produção de alimentos e o aumento da população humana, previu que no futuro não daria para alimentar toda a superpopulação).
O experimento de fato parece um sinal assustador. Se a fome não matar todo mundo, as pessoas vão destruir a si mesmas, de acordo com os nossos ratos modelos.

Controvérsia

Um estudo recente apontou que Universo 25 não estava, se olhado como um todo, superpopulado. Os “apartamentos” no final de cada corredor tinham apenas uma entrada e saída, tornando-os fáceis de guardar. Isso permitiu que os machos mais territoriais e agressivos limitassem o número de animais em cada aposento, superlotando o resto da caixa, enquanto isolava os poucos “bonitos” que viviam em uma sociedade “normal”.
Em vez de um problema de população, pode-se argumentar que o Universo 25 tinha um problema de distribuição justa. O que também poderia muito bem acontecer conosco, uma vez que os humanos são mestres em desigualdade.
Seja como for, esse experimento bizarro e temeroso pode ser uma prévia do que vai acontecer com a humanidade. O resultado é a extinção, de mil maneiras possíveis.
FONTES: io9 e  HypeScience

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